Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

segunda-feira, 10 de março de 2008

Conceitos morbidos

O viajante almoça com uma amiga advogada em Fort Lauderdale. Um bêbado animadíssimo, na mesa ao lado, insiste em puxar conversa o tempo todo. À certa altura, a amiga pede ao bêbado para ficar quieto. Mas ele insiste:
-Por quê? Eu falei de amor como um homem sóbrio nunca fala. Demonstrei alegria, tentei comunicar-me com estranhos. O que há de errado nisto?- O momento não é apropriado. – Responde ela!
- Quer dizer que existe hora certa para demonstrar felicidade?
Depois desta frase, o bêbado é convidado para a mesa dos dois.
(Quadragésimo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)

Existe hora para calar-se, hora para falar! Existe?!
Deve-se conter palavras, mas jamais deixar de falar o que deseja!
Conversar com desconhecidos; expressar-se com todo o coração diante de desconhecidos é de fato, uma prova de coragem!
Ser vivo entre todos!
Deixe de ser só mais um, e seja você!
Faça o que deseja – considerando uma sociedade, que a meu ver é inútil – demonstre o que sente, faça com que sintam sua falta – mas não suma para ser esquecido!

LIBERDADE

Diz o mestre:
Se você tiver de chorar, chore como as crianças.
Você foi criança um dia, e uma das primeiras coisas que aprendeu em sua vida foi chorar; porque faz parte da vida. Jamais esqueça que você é livre, e que demonstrar emoções não é uma vergonha.
Grite, soluce alto, faça barulho se tiver vontade – porque assim choram as crianças, e elas sabem a maneira rápida de sossegar seus corações.
Você já reparou como as crianças param de chorar?
Alguma coisa as distrai, algo chama a atenção delas para uma nova aventura.
As crianças param de chorar muito rápido.
Assim será também com você – mas apenas se chorar como chora uma criança.
(Trigésimo nono texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho).


As crianças são puras... Sabem dizer o que pensam e o que sentem;
Elas não ignoram o que os outros podem sentir...
Simplesmente colocam para fora o que as angustiam. O que acham que deve ser dito: TUDO!
Chore!!!
Chore de alegria, tristeza...
Chore sem motivo!
Coloque para fora tudo o que tem em seu coração!
Seja livre!

As lagrimas, assim como a chuva: lava a alma!

Cinco minutos

Somos seres preocupados em agir, fazer resolver, providenciar. Estamos sempre tentando planejar uma coisa, concluir outra, descobrir uma terceira.
Não há nada de errado nisto – afinal de contas, é assim que construímos e modificamos o mundo. Mas faz parte da experiência da vida o ato da Adoração.
Parar de vez em quando, sair de si mesmo, permanecer em silêncio diante do Universo.
Ajoelhar-se com o corpo e com a alma. Sem pedir, sem pensar sem mesmo agradecer por nada,. Apenas viver o amor calado que nos envolve. Nestes momentos, algumas lágrimas inesperadas – que não são nem de alegria, nem de tristeza – podem jorrar.
Não se surpreenda. Isto é um dom. Estas lágrimas estão lavando sua alma.
(Trigésimo oitavo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)



Para algumas vezes, pensar no nada... Faz bem!
Muito mais que se imagina.
Quando paramos para refletir, ou simplesmente paramos; estamos – inconscientemente – organizando nossos pensamentos; descansando nossa mente... Deixando foras desconhecidas agirem.
Cinco minutos por dia; deixe tudo de lado; e viva!
Viva a si mesmo!
Sinta-se um ser humano! Pense em coisas que para muitos, é inútil!Mas que você, em seu subconsciente sabe que vale a pena pensar!
Seja o que quer ser – por apenas cinco minutos diários.

Sabedoria

Buda estava reunido com seus disc ípulos certa manha, quando um homem se aproximou.
- Existe Deus? – perguntou.
- Existe! - Respondeu Buda.
Depois do almoço, aproximou-se outro homem.
- Existe Deus? – quis saber.
- Não, não existe! – disse Buda.
No final da tarde, um terceiro homem fez a mesma pergunta.
-Existe Deus?
- Você terá que decidir - respondeu Buda.
- Mestre, que absurdo! – Disse um dos seus discípulos. – Como o senhor dá respostas diferentes para a mesma pergunta?
-porque são pessoas diferentes – respondeu o Iluminado.
- E cada uma se aproximará de Deus à sua maneira:
Através da certeza, da negação e da duvida!
(Trigésimo sétimo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


Acabo de me descobrir errada, de certa maneira.
Sempre respondi da mesma forma a todos, ignorando diferenças!
Talvez por isso tenha tido argumentos bem aproveitados;
Argumentos mal interpretados;
E argumentos sequer compreendidos!

A vida me encabula!
Sempre entendi que todos devem ser tratados em igual..
Que as diferenças devem ser ignoradas, e que deveria partir do fato que: somos todos humanos.
Mas nunca levei em conta a cabeça, educação, cultura que cada um tem!
E talvez por isso tenha tido momentos em que pensava estar certa, e para outros não!Sábios não são aqueles que utilizam de palavras bonitas;
Sábios são aqueles que, com a simplicidade da fala, converte alguém, sem sequer perceber que o fez!

É inutil temer o inevitável!

Quando o viajante tinha dez anos, a mãe obrigou-o a fazer um curso de educação física.
Um dos exercícios era pular de uma ponte na água. Ele morria de medo. Ficava no último lugar da fila, e sofria com cada menino que pulava na frente, porque em pouco tempo chegaria o momento de seu salto. Um dia, o professor – vendo seu medo - obrigou-o a ser o primeiro a pular.
Teve o mesmo medo, mas acabou tão rápido que passou a ter coragem.
Diz o mestre:
Muitas vezes tempos que dar tempo ao tempo. Outras vezes, temos que arregaçar as mangas, e resolver a situação.
Neste caso, não existe coisa pior do que adiar.
(Trigésimo sexto texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)



Adiar certas obrigações é sofrer maias que o necessário!
Quando se pode evitar algo que não gosta, o faça.
Caso contrario, seja o primeiro ... Para que a dor seja menor.
O medo atrapalha até mesmo nosso raciocínio lógico!
Se for inevitável, por que ficar por ultimo?!
A coragem de enfrentar seus medos é uma virtude!
E um grande passo para tornar-se um guerreiro da Luz!

domingo, 9 de março de 2008

Comunhão

Todos os mestres dizem que o tesouro espiritual é uma descoberta solitária. Então por que estamos juntos?
- Perguntou um dos discípulos.
- Vocês estão juntos porque um bosque é sempre mais forte que uma árvore solitária – respondeu o mestre. – O bosque mantém a umidade, resiste melhor a um furacão, ajuda o solo a ser fértil. Mas o que faz a arvore forte é a sua raiz. E a raiz de uma planta não pode ajudar outra planta a crescer.
“Estar junto no mesmo propósito, e deixar que cada um cresça à sua maneira, este é o caminho dos que desejam comungar com Deus!”
(Trigésimo quinto texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


Em seu trabalho, na sua família, em casa...
Em tudo na vida, quando em grupo, trabalha-se melhor; mesmo que o desenvolvimento aconteça independente de outros.
Viver em comunhão com outras pessoas é viver em harmonia com o mundo!E a partir desta afirmação; concluo: Estar em harmonia com o mundo é ter Deus consigo!

Em busca da Perfeição

O mosteiro de Sceta assistiu, certa tarde, a um monge ofender o outro. O superior do mosteiro, abade Sisois, pediu ao monge ofendido que perdoasse seu agressor.
- De jeito nenhum – respondeu o monge. – Ele fez, ele terá que pagar.
Na mesma hora, o abade Sisois levantou os braços para o céu e começou a rezar:
- Meu Jesus, não precisamos mais de Ti. Já somos capazes de fazer os agressores pagarem por suas ofensas. Já somos capazes de tomar a vingança em nossas mãos, e cuidar do Bem e do Mal. Portanto, o Senhor pode afastar-se de nós sem problemas.
Envergonhado, o monge perdoou imediatamente seu irmão.
(Trigésimo quarto texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


Perdoe quem o ofender;
Ame quem te odiar;
Ajude quem negar-te;
Construía, mesmo que alguém destrua por muitas vezes;
Persista com quem já desistiu;
Lute por quem já foi derrotado...
E caso o faça, ensine-me...

Não tema, apenas sinta!

Diz o mestre:
Muita gente tem medo da felicidade. Para estas pessoas esta palavra significa mudar uma serie de hábitos – e perder sua própria identidade.
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos – porque aceita-las nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.
Pensamos : “É melhor não provar o cálice da alegria porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito!”
Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de chorar, deixamos de rir.
(Trigésimo terceiro texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho).


O medo, juntamente com a insegurança; torna-nos fracos.
Temer com antecedência é como sentir a dor de um tombo sem ao menos te-lo tomado.
A felicidade é doce; às vezes extasiante, outras, sutil!
E inconstante, de fato... Mas vale a pena. Cada segundo de felicidade é como um impulso para não desistirmos de viver!
Quem a teme, ou ainda a desconhece, sobrevive, e apenas isso.
A felicidade é como uma recompensa da vida por nossos esforços; por nossa persistência, nossa força de vontade!

Suavidade

O mosteiro na margem do Rio Piedra está cercado por uma linda vegetação - verdadeiro oásis nos campos estéreis daquela parte de Espanha. Ali, o pequeno rio transforma-se numa caudalosa corrente, e se divide em dezenas de cachoeiras.
O viajante caminha por aquele lugar, escutando a música das águas. De repente, uma gruta – debaixo de uma das cachoeiras – chama sua atenção. Ele olha cuidadosamente a pedra fasta pelo tempo, as belas formas que a natureza cria com paciência. E descobre, escrito numa placa, os versos de R Tagore:
- Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.
(Trigésimo segundo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


A vida, em toda sua magnitude; depende às vezes muito mais da suavidade das águas, a dureza de martelos!
Utilize de palavras afáveis,
Seja cordial...
Deseje sempre um bom dia!
Sorria...
Molde-se com suavidade.Tornar-se-á uma pessoa muito mais querida e amada ao ponto de caso contrário; teri-se-a de tolerar olhares rancorosos!

Suavidade

O mosteiro na margem do Rio Piedra está cercado por uma linda vegetação - verdadeiro oásis nos campos estéreis daquela parte de Espanha. Ali, o pequeno rio transforma-se numa caudalosa corrente, e se divide em dezenas de cachoeiras.
O viajante caminha por aquele lugar, escutando a música das águas. De repente, uma gruta – debaixo de uma das cachoeiras – chama sua atenção. Ele olha cuidadosamente a pedra fasta pelo tempo, as belas formas que a natureza cria com paciência. E descobre, escrito numa placa, os versos de R. Tagore:
- Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.
(Trigésimo segundo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


A vida, em toda sua magnitude; depende às vezes muito mais da suavidade das águas, a dureza de martelos!
Utilize de palavras afáveis,
Seja cordial...
Deseje sempre um bom dia!
Sorria...
Molde-se com suavidade.Tornar-se-á uma pessoa muito mais querida e amada ao ponto de caso contrário; teri-se-a de tolerar olhares rancorosos!

Organize-se

Diz o mestre:
Viva todas as graças que Deus te deu hoje. A graça não pode ser economizada. Não existe um banco onde depositamos as graças recebidas, para utiliza-las de acordo com a nossa vontade. Se você não usufruir estas bênçãos irá perdê-las irremediavelmente.
Deus sabe que somos artistas da vida. Um dia nos dá fôrmas para esculturas, outro dia nos dá pincéis e tela, ou uma pena para escrever. Mas jamais conseguiremos utilizar fôrmas em telas, ou penas em esculturas.
A cada dia, o seu milagre. Aceite as bênçãos, trabalhe, e crie suas pequenas obras de arte.
Amanha você receberá mais!
(Trigésimo primeiro texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho).


Faça tudo o que quiser fazer; mas um por vez....
Um dia pinte outro molde...
Acabe uma arte, para que possa iniciar outra!
A vida é curta, mas temos tempo o suficiente – ou não - para fazer o que queremos!
Cumpra tuas obrigações;
Realize tuas loucuras...
Tenha momentos insanos...
Mas como diriam os antigos: “Não se pode assobiar e chupar cana!”
Viva a vida parte por parte.

Ciclo

Santo Antão vivia no deserto, quando se aproximou um jovem:
- Padre, vendi tudo que tinha e dei aos pobres.
Guardei apenas umas poucas coisas para me ajudar a sobreviver aqui. Gostaria que me ensinasse o caminho da Salvação.
Santo Anta pediu que o rapaz vendesse as poucas coisas que havia guardado, e, com o dinheiro, comprasse carne na cidade. Na volta, devia trazer a carne amarrada em seu corpo.
O rapaz obedeceu. Ao voltar, foi atacado por cachorros e falcões, que queria um pedaço da carne.
- Eis-me de volta – disse o rapaz, mostrando o corpo arranhado e as roupas em frangalhos.
-Aqueles que dão um passo novo e ainda querem manter um pouco da vida antiga terminam dilacerados pelo próprio passado – foi o comentário do santo.
(Trigésimo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho).


Mudanças devem ser feitas por completo!
Não existe mudança em prestação...
Elas machucam, nos coloca em duvida... Amedrontam! Mas são necessárias.
Não as tema!
Elas vêm, mesmo que não seja feito nada para que isto aconteça!
Na vida, existe um ciclo a ser seguido... Até que o completemos...
Mude sempre que precisar, mas mude só se desejar o fazer...
Não mude por ninguém!
O egoísmo se faz necessário, às vezes.

Comunicação

O cientista Roger Penrose caminhava com alguns amigos, conversando animadamente. Fizeram silêncio apenas por um momento, para atravessar a rua.
- Lembro que, enquanto atravessava, um pensamento incrível me ocorreu – Diz Penrose. – Entretanto, assim que chegamos à outra calçada, retornamos o assunto, e não consegui recordar o que havia pensado segundos antes.
No final da tarde, Penrose começou a sentir-se eufórico – sem entender por quê.
- Tinha a sensação de que algo importante me havia sido revelado – diz.
Resolveu recapitular cada minuto do dia, e – ao lembra-se do momento que atravessava a rua – a idéia voltou.
Desta vez ele conseguiu escreve-la.
Era a teoria dos buracos negros, uma verdadeira revolução na física moderna. E tornou a surgir por que Penrose foi capaz de lembrar-se do silêncio que fazemos sempre que atravessamos uma rua.
(Vigésimo nono texto do livro MAKTUB, Paulo Coelho)

Lembranças, descobertas, revelações...
De fato, sempre nos vem em momentos silenciosos...
O silencio diz mais – muito mais – que palavras!
Em todos os sentidos.
Não existem palavras para certos acontecimentos...
Algumas coisas quando ditas, ficam exageradas;
Outras ficam mentirosas...
Cuidado com as palavras; elas podem te levar a perdição!

A rotina faz parte da vida, e não ao contrário!

Diz o mestre:
Hoje seria bom fazer algo fora do comum.
Podemos, por exemplo, dançar na rua enquanto caminhamos para o trabalho. Olhar nos olhos de um desconhecido e falar de amor a primeira vista. Dar ao chefe uma idéia que pode parecer ridícula, mas em que acreditamos. Comprar um instrumento que sempre quisemos tocar, e nunca nos arriscamos. Os guerreiros da luz se permitem tais dias.
Hoje podemos chorar algumas magoas antigas que ainda estão presas na garganta. Telefonaremos para alguém com quem juramos nunca mais falar (mais de quem adoraríamos escutar um recado em nossa secretária eletrônica). Hoje pode ser considerado um dia fora do roteiro que escrevemos todas as manhãs. Hoje qualquer falha será admitida e perdoada. Hoje é dia de se ter alegria na vida.
(Vigésimo Oitavo texto do livro MAKTUB, Paulo Coelho)


Rotina:
Ela nos acomoda nos tira de uma vida feliz... E nos coloca em uma vida programada!
Sair dela nos dá medo de não conseguir voltar!
Ninguém hoje tem a felicidade de dizer que não tem uma vida rotineira...
Que vive completamente feliz, faz tudo que deseja, quando deseja...
Que vive intensamente todos os momentos de sua vida...
Viver desta forma é de fato, impossível!
Mas isto não significa que devemos seguir uma rotina 24 horas por dia, 7 dias por semana...
Tire um tempo em sua vida para você.
Faça o que desejar uma vez na vida, sem pensar no que pode acontecer depois...
Arrisque-se!
Somente quem arrisca consegue o que deseja, de coração..
Nada vem pronto mesmo...
Crie!
Viva SUA vida...
Porque ela é sua!

Não procure ser coerente o tempo todo. Afinal, São Paulo disse que “a sabedoria do mundo é loucura diante de Deus”.
Ser coerente é usar sempre a gravata combinando com a meia. É ser obrigado a ter, amanha as mesmas opiniões que tinha hoje. E o movimento do mundo – onde fica?
Desde que você não prejudique a ninguém, mude de opinião de vez em quando, e caia em contradição sem se envergonhar disso.
Você tem esse direito. Não importa o que os outros pensem – porque eles vão pensar de qualquer maneira.
Por isso, relaxe.
Deixe o universo se movimentar à sua volta e descubra a alegria de ser uma surpresa para você mesmo. “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios”, diz São Paulo.
(Vigésimo sétimo texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho).


A vida não nos deixa fazer tudo certo sempre!
Ela exige experiências, exige atitude.
E nós, querendo ou não precisamos disto...
Vida monótona:
Por quê?
Para que?
Como diria Bob Marley: ”A vida é uma aventura da qual nunca sairemos vivos!”
Viver uma vida de aventuras faz bem...
É um estimulo para a felicidade...
Seja você, faça o que quiserdes fazer;
A vida, assim como a morte, não nos deixa parar para pensar; ela passa...
Ou nós a acompanhamos, ou ela nos atropela!

Simplicidade

Nossa Senhora, com o menino Jesus nos braços, desceu à Terra para visitar um mosteiro.
Orgulhosos, os padres fizeram fila para homenageá-la;
Um declamou poemas, outro mostrou iluminuras para a Bíblia, outro recitou o nome dos santos.
No final da fila estava um padre humilde, que não tivera chance de aprender com os sábios da época.
Seus pais eram pessoas simples, que trabalhavam num circo. Quando chegou sua vez, os monges quiseram encerrar as homenagens com medo de que ele comprometesse a imagem do mosteiro.
Mas também ele queria mostrar seu amor pela Virgem.
Envergonhado, sentindo o olhar reprovador dos irmãos, tirou umas laranjas do bolso e começou a atirá-las para o ar – fazendo malabarismos que seus pais lhe haviam ensinado n o circo.
Foi só então que o Menino Jesus sorriu, batendo palmas de alegria. E só para ele a Virgem estendeu os braços, deixando que segurasse um pouco seu filho.
(Vigésimo sexto texto do livro MAKTUB; Paulo Coelho)


A simplicidade da vida, e a pureza de uma criança...
Surpreendentemente encantador!
Se queres alegrar a uma mãe, faça com que o filho desta se sinta bem!
E a partir do momento que ela o concebe, ela luta para que seu filho tenha tudo que precise, seja feliz... E acima de tudo, viva bem!
A felicidade do filho é a maior alegria que uma mãe pode ter.